Conheça o legado, as ideias e as práticas de uma das maiores referências na luta por uma educação afrocentrada, plural e humanizada.
Criadora da metodologia dos Valores Civilizatórios Afro-brasileiros, Azoilda ressignificou o processo de aprender-ensinar-aprender, influenciando gerações de intelectuais, ativistas e educadores.
Dez anos após a partida de Azoilda Loretto da Trindade (1957–2015), em uma celebração marcada por afeto e memória, no dia 01 de outubro de 2025, o Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB) no Rio de Janeiro, recebeu convidados para o lançamento do Caderno Afro Memória – Especial Azoilda Trindade.
O Projeto SETA reafirma, com essa parceria, sua profunda admiração por Azoilda, presença inspiradora e referência essencial na construção de uma educação antirracista.


























O acervo, agora disponível para consulta pública, oferece acesso às suas teorias e práticas, fundamentais para a construção de um ecossistema de qualidade antirracista.
Uma homenagem à educadora que reúne oito textos inéditos e resgata seu pensamento e trajetória.
A publicação é fruto de uma parceria entre o Afro-Cebrap e o Projeto SETA, reafirmando o compromisso com a educação das relações étnico-raciais (ERER) e o fortalecimento de um ecossistema escolar antirracista.
O Projeto SETA reconhece Azoilda como uma referência central em suas ações voltadas à equidade racial e à educação antirracista.
Uma relação que reflete o vínculo afetivo e intelectual entre o SETA e o pensamento da educadora, que teve início na iniciativa “A Cor da Cultura”, do Canal Futura.
Assista!
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Meninas e jovens mulheres negras, indígenas e quilombolas transformam as comunidades e a cultura escolar para que sejam antirracistas e equitativas. Entendemos, portanto, que o lugar da menina negra, indígena e quilombola é na escola. Assim, vamos atuar intencionalmente para construir um sistema educativo transformador que promova a dignidade na escola.
Educadoras(es) formadas(os) por meio de programas de capacitação inicial e continuada e apoiadas(os) com recursos educacionais e orientações de gestoras(es) de educação. Ademais, têm autonomia para incorporar práticas educativas antirracistas e não sexistas pelo reconhecimento institucional da importância dessas temáticas, com suporte material acessível e de qualidade.
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