Nos dias 16 e 17 de junho de 2026, a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), em Brasília recebeu o Seminário Internacional Educação para as Relações Étnico-Raciais em perspectiva negra, indígena e quilombola.
Promovido pelo Projeto SETA, em parceria com Enap/Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos – MGI, UNICEF, UNESCO, Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação – CLADE e Ministério da Igualdade Racial – MIR.
O encontro reuniu especialistas, educadores e organizações da sociedade civil para debater políticas de educação antirracista, justiça racial e a implementação da ERER na América Latina.

































Dia 1 – 16/06/2026
Implementação de Políticas Educacionais Antirracistas no Brasil e na Améfrica Ladina
09h às 10h - Mesa 1: Abertura e boas-vindas: diversidade e antirracismo no sistema educacional.
10h às 12h – Mesa 2: Marco-legal da educação e a implementação das leis 10.639 e 11. 645, educação escolar indígena e educação escolar quilombola: Desafios e Perspectivas.
14h às 16h – Mesa 3: PNEERQ: o papel do Estado em diálogo com a sociedade civil para a implementação da política nacional .
16h15 às 18h – Mesa 4: Políticas educacionais Antirracistas e Contextualizadas em âmbito da Améfrica Ladina: os casos de Colômbia, Peru e Brasil.
Dia 2 – 17/06/2026
Estratégias e implementação de educação antirracista: Panorama das experiências coletivas
09h às 10h30 – Mesa 5: Estratégias antirracistas na educação – Compartilhar ações para fortalecer a luta.
10h30 às 12h30 – Mesa 6: Monitoramento, avaliação e aprendizagem para a equidade racial, de gênero e territorial.
14h30 às 15h30 – Mesa 7: Autoavaliação Participativa em ERER.
15h30 às 17:00h – Mesa 8: Adolescências e juventudes negras, indígenas e quilombolas: Resultado dos Projetos de EEI EEQ ERER.
17:00h às 18:30h – Mesa 9: Conferência de encerramento: O que mais podemos fazer para avançar na implementação das políticas antirracistas?
Dia 1 – Implementação de Políticas Educacionais Antirracistas no Brasil e na Améfrica Ladina
Dia 2 – Estratégias e implementação de educação antirracista: Panorama das experiências coletivas
Reunimos em categorias as respostas para as suas principais dúvidas. É só clicar no assunto que procura para filtrar as perguntas já respondidas.
Meninas e jovens mulheres negras, indígenas e quilombolas transformam as comunidades e a cultura escolar para que sejam antirracistas e equitativas. Entendemos, portanto, que o lugar da menina negra, indígena e quilombola é na escola. Assim, vamos atuar intencionalmente para construir um sistema educativo transformador que promova a dignidade na escola.
Educadoras(es) formadas(os) por meio de programas de capacitação inicial e continuada e apoiadas(os) com recursos educacionais e orientações de gestoras(es) de educação. Ademais, têm autonomia para incorporar práticas educativas antirracistas e não sexistas pelo reconhecimento institucional da importância dessas temáticas, com suporte material acessível e de qualidade.
Assine nossa newsletter e fique por dentro de nossas atividades e oportunidades de ações conjuntas.